Sobre

O INOV C une instituições de ensino superior, entidades de interface, incubadoras de empresas e parques de ciência e tecnologia da Região Centro, em torno de uma visão que consiste em projetar a região enquanto referência nacional na criação de novos produtos e serviços resultantes de atividades de I&D, através da consolidação um Ecossistema de Inovação, aberto e inclusivo, incorporando uma oferta completa de recursos, infraestruturas e dinâmicas, com apostas transversais e sectorialmente orientadas para as necessidades específicas de cada projeto inovador e empreendedor.

Ecossistema INOV C
 

Visão

“Projetar a região enquanto referência nacional na criação de novos produtos e serviços resultantes de atividades de I&D.”

 

Missão

“Consolidar um Ecossistema de Inovação, aberto e inclusivo, incorporando uma oferta completa de recursos, infraestruturas e dinâmicas, com apostas transversais e sectorialmente orientadas para as necessidades específicas de cada projeto inovador e empreendedor.”

Objetivos Estratégicos

  • Acelerar a mudança de atitudes, valores e comportamentos mais empreendedores e abertos, na colaboração em projetos de inovação, uso de novas ideias e tecnologias, tomada de risco e combate ao estigma do fracasso;
  • Potenciar as comunidades académicas para a criação de projetos inovadores nos quais se perspetive a transferência de conhecimento para o tecido empresarial;
  • Apoiar a criação de empresas de base tecnológica assentes em resultados de I&D;
  • Promover o aumento da intensidade tecnológica do tecido empresarial da região reforçando a sua ligação ao SCTN;

Objetivos Operacionais

Objetivo Operacional #1: Sensibilização e Networking

1.1 – Sensibilização da comunidade académica do ensino superior (estudantes, docentes e investigadores) para o empreendedorismo e inovação, incluindo os temas da criatividade, propriedade intelectual, modelos de negócio, viabilidade económico-financeira, marketing, financiamento e comunicação de ciência.

1.2 – Sensibilização da comunidade empresarial (empresários e colaboradores) para o empreendedorismo e inovação, incluindo os temas da criatividade, propriedade intelectual, I&D, cocriação, inovação aberta

1.3 – Promoção de encontros entre estudantes, docentes, investigadores, empreendedores, empresários, mentores, técnicos de valorização do conhecimento

Objetivo Operacional #2: Identificação de tecnologias e necessidades tecnológicas

2.1 – Identificação de resultados de I&D com potencial comercial

2.2 – Identificação de necessidades tecnológicas em empresas da região passiveis de serem supridas pelos centros de investigação dos parceiros

2.3 – Criação de novos projetos de colaboração entre centros de investigação e empresas que resultem de 2.1 e 2.2.

Objetivo Operacional #3: Valorização e comercialização

3.1 Valorização comercial de ideias inovadoras através da atribuição de prémios em concursos de ideias de negócio.

3.2 Valorização comercial de resultados de I&D através do financiamento de bolsas para o desenvolvimento de instalações-piloto ou experimentais, de demonstração e construção de protótipos.

3.3 Apoio à proteção de ativos intelectuais resultantes de atividades de I&D

3.4 Valorização comercial de resultados de I&D através do apoio de mentores.

3.5 Disponibilização de acesso a bases de dados de business intelligence aos promotores de projetos de transferência de tecnologia, para obtenção de informação crítica para o desenvolvimento dos mesmos.

3.6 Promoção comercial de tecnologias através da sua disseminação em missões nacionais e internacionais.

Enquadramento

O Innovation Scoreboard define a inovação como uma ferramenta que promove o crescimento sustentável e a competitividade: fomenta a criação de valor, aumenta o emprego e procura dar soluções aos desafios societais. Existe uma forte correlação entre ambientes amigos da inovação e desempenhos económicos acima da média, tanto ao nível macro como micro[1]. Não é coincidência que países/regiões com maior capacidade de inovação sejam igualmente países/regiões com fortes desempenhos em termos de competitividade, crescimento e emprego.

Não existe, no entanto, um receituário para atingir um elevado desempenho em termos de inovação sendo que os resultados de intervenções na área da inovação estão muito correlacionados com as especificidades territoriais. Contudo, estudos sobre os países/regiões mais inovadores têm identificado alguns fatores comuns indutores de inovação num determinado território: eficiência e coerência das políticas governativas, existência de uma estratégia de inovação e respetivo modo de financiamento, investigação de excelência, parcerias público-privadas, cooperação universidade-empresas e a comercialização de novo know-how.

A mais recente investigação sobre ecossistemas de inovação sugere que o esforço que os países/regiões neles colocam (inputs) é recompensado em termos da melhoria dos outputs da inovação e criação de valor. O investimento bem orientado em I&D tem um impacto significativo na qualidade dos resultados de investigação, no crescimento das empresas, no aumento do emprego e no lançamento de novos produtos e serviços inovadores. Os países/regiões com elevado desempenho em inovação e competitividade apresentam maiores investimentos em I&D. No entanto, tal não é suficiente. Um simples aumento do investimento em I&D não resulta necessariamente no crescimento e criação de empregos qualificados. Existe a necessidade de integrar atividades ex-ante e ex-post para assegurar que o investimento em I&D seja transferido para um contexto comercial. Tal requer o desenvolvimento e a gestão de um ecossistema de inovação complexo, envolvendo os agentes da inovação e centrado nos cidadãos.

O conceito de ecossistema de inovação[2] entende a inovação enquanto resultado de interações “certas” entre agentes por forma a transformar ideias em soluções ou lançar novos produtos e serviços no mercado. Sendo essencial uma interação fluída e aberta.

A maioria dos parceiros do consórcio INOV C apresenta um histórico de cooperação estruturado, em prol da criação e consolidação de um ecossistema de inovação multipolar. Extravasando as competências e experiencias individuais notáveis de cada parceiro, é incontornável a referência ao Programa Estratégico INOV C, executado entre 2010 e 2015,, copromovido de forma complementar por entidades de ensino superior (Universidade de Coimbra, Instituto Politécnico de Coimbra e Instituto Politécnico de Leiria), Institutos de investigação aplicada e transferência de conhecimento (ITeCons, Instituto Pedro Nunes e Biocant), incubadoras de empresas (Incubadora do Instituto Pedro Nunes, IDDNET e Biocant) e parques de ciência e tecnologia (Coimbra Inovação Parque e Parque Tecnológico de Óbidos), que, para além de contribuir para a construção de infraestruturas destinadas ao acolhimento de projetos empresariais, maioritariamente spin-offs, permitiu desenvolver dinâmicas de trabalho em rede entre os parceiros copromotores, e entre parceiros copromotores e um conjunto alargado de agentes da inovação regionais. Os projetos imateriais do Programa Estratégico INOV C sedimentaram a sua matriz na aceleração de projetos pelas diversas fases daquilo que se entendeu designar por “pipeline de inovação”, transformando ideias e resultados de I&D em propostas de valor, planos de negócios, spin-offs, empresas sustentáveis e internacionalizadas, contribuindo para a criação de 171 empresas durante o período de execução do Programa.

Neste sentido, o consórcio INOV C alicerçar-se atuamente nesta experiência acumulada dando continuidade e coerência aos investimentos realizados anteriormente, alargando a sua zona de intervenção incluindo novos parceiros estratégicos do Médio Tejo (Instituto Politécnico de Tomar, Tagus Valley e SerQ) por forma incluir no consórcio competências diferenciadas, gerar economias de escala, eficiência na gestão de recursos partilhados e mantendo a lógica regional do consórcio e evoluir para aquilo que são os novos modelos de inovação aberta de quadrupla hélice envolvendo cada vez mais a sociedade, tanto no que diz respeito à gestão do consórcio como na participação ativa dos cidadãos nas iniciativas a serem realizada.

[1] Ver European Comission (2015), Innovation Union Scoreboard 2015; Cornell University, INSEAD, and WIPO (2015): The Global Innovation Index 2015; European Comission (2014), Regional Innovation Scoreboard 2014; European Commission (2013), Regional Competitiveness Index 2013.

[2] Ver o primeiro relatório do High Level Group on Innovation Policy Management para uma análise ao conceito de “ecossistema de inovação”.

Área Geográfica de Intervenção

O projeto INOV C tem como principal área geográfica de intervenção as regiões de Coimbra, Leiria, Oeste e Médio Tejo.

Mapa Inov C Revisto

Reconhecimento

No dia 15 de julho de 2015, o INOV C foi reconhecido como o melhor projeto nacional nos European Enterprise Promotion Awards 2015, na categoria “Promoção do Espírito de Empreendedorismo”.

 

Parceiros Nucleares

O Inov C assenta na competência e experiência de 10 parceiros nucleares:

Universidade de Coimbra (Líder de Consórcio)

Instituto Politécnico de Coimbra

Instituto Politécnico de Leiria

Instituto Politécnico de Tomar

Biocant | ABAP

Instituto Pedro Nunes

ITeCons

SerQ

Parque Tecnológico de Óbidos

TagusValley

Parceiros Complementares

O Ecossistema de Inovação só faz sentido com a participação de todas as forças vivas da Região, permitindo que o desenvolvimento económico e social efetivamente se dissemine por todo o território. Autarquias e Municípios, Associações Comerciais e Empresariais, Associações, Projetos e Estruturas de Apoio ao Empreendedorismo, Associações ou Organizações de Estudantes, Estabelecimentos de Ensino e Unidades de Investigação Privadas, constituem os parceiros complementares que podem participar ativamente na construção de uma Região mais competitiva, envolvendo-se na Rede de Apoio ao Empreendedorismo e Inovação INOV C.

Cofinanciamento

O INOV C 2020 é um projeto cofinanciado pelo CENTRO 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), com um prazo de execução compreendido entre 18 de abril de 2017 e 17 de outubro de 2019. Os parceiros executarão um investimento total de 1.627.614€, sendo o montante de 1.383.472€ financiado pelo FEDER.

 

O INOV C 2020 segue-se ao Programa Estratégico INOV C, executado entre 2010 e 2015.

 

 

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